Os cristãos são chamados a servir através da Igreja e seu maior exemplo é Jesus. Em seu ministério terreno, ele reuniu doze pessoas para ensinar-lhes a grande lição do serviço cristão: “Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós, sou como aquele que serve.” (v. 27).

Depois disso, o que se viu foi o maior serviço já prestado à humanidade – alguém morrer como inocente no lugar de outros. Sociedade, igreja, família, estão clamando por pessoas dispostas a servir que as restaurem, que façam da humanidade que há nelas uma nova unidade.

Não é com leis mais rigorosas, estruturas políticas mais aperfeiçoadas, aparatos tecnológicos, com treinamentos específicos, ou até mesmo com uma reorganização sociológica que isso ocorrerá, mas sim com pessoas transformadas por Jesus Cristo, dispostas a servir a Deus e ao próximo.

O cristão é, inevitavelmente, um ser imerso na comunidade – “É impossível haver maturidade na vida espiritual, obediência na caminhada com Jesus e integridade na vida cristã sem uma imersão na comunidade (…) Eu não sou eu por mim mesmo. É na comunidade, e não no individualismo tão alardeado em nossa cultura, que Cristo atua.”[1] –  chamado para transformá-la pelo serviço realizado por amor àquele que veio para servir e dar a sua vida em resgate de muitos (Mc. 10:45)